Vivemos em sentido contrário. Não estamos nos lugares que nos fazem sentir bem. Desperdiçamos horas intermináveis com atividades que não nos preenchem, rodeados de pessoas que nada nos acrescentam. Reprimimos o que sentimos, diariamente, para conseguir encaixar numa realidade que não coincide connosco. Durante quanto tempo é possível vivermos desfasados de nós próprios, encolhidos e sem entusiasmo? Quanta frustração temos de suportar até decidir mudar? Quantos sustos precisamos de apanhar para perder o medo de viver? O SONHO COMANDA A VIDA, MAS QUASE NINGUÉM OBEDECE. Só podemos encontrar-nos quando nos permitirmos alinhar. Quando aquilo que somos estiver em sintonia com o que fazemos. Este reencontro está ao alcance de qualquer ser humano, mas só quem tenta poderá almejar chegar lá. Cada um de nós é único e irrepetível. Todos possuímos algo que mais ninguém tem. É quando aceitamos essa singularidade que a nossa vida muda para sempre.
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Vivemos em sentido contrário. Não estamos nos lugares que nos fazem sentir bem. Desperdiçamos horas intermináveis com atividades que não nos preenchem, rodeados de pessoas que nada nos acrescentam. Reprimimos o que sentimos, diariamente, para conseguir encaixar numa realidade que não coincide connosco. Durante quanto tempo é possível vivermos desfasados de nós próprios, encolhidos e sem entusiasmo? Quanta frustração temos de suportar até decidir mudar? Quantos sustos precisamos de apanhar para perder o medo de viver? O SONHO COMANDA A VIDA, MAS QUASE NINGUÉM OBEDECE. Só podemos encontrar-nos quando nos permitirmos alinhar. Quando aquilo que somos estiver em sintonia com o que fazemos. Este reencontro está ao alcance de qualquer ser humano, mas só quem tenta poderá almejar chegar lá. Cada um de nós é único e irrepetível. Todos possuímos algo que mais ninguém tem. É quando aceitamos essa singularidade que a nossa vida muda para sempre.