Frank Bascombe vive num subúrbio de New Jersey, está divorciado há sete anos e a ex-mulher voltou a casar, levando os filhos de ambos para o Connecticut. Aos 44 anos, enquanto vê vacilar todas as suas relações pessoais, abandona a carreira de jornalista desportivo e tenta a sua sorte como agente imobiliário. Porém, sempre atormentado pela mediocridade do quotidiano, não encontra grandes saídas para aquilo que considera «o Período Existencial» da sua vida.
No fim de semana do 4 de Julho, dia da afirmação da identidade americana, Frank Bascombe faz-se à estrada com o filho, numa peregrinação pela América profunda, tornando-se o melhor observador da realidade americana – um homem comum vivendo experiências comuns.
Segundo livro da «Trilogia Bascombe», O Dia da Independência foi agraciado simultaneamente com o Prémio Pulitzer e o Pen/Faulkner, tornando-se o primeiro livro a receber os dois galardões e confirmando Richard Ford como um dos maiores autores americanos dos nossos tempos.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
As 600 páginas de O Dia da Independência não são uma parte de um romance, mas sim um romance que é parte de uma saga americana. Nesta trilogia (Bascombe), Richard Ford (o autor de O Jornalista Desportivo) completa um exercício brutal de reconhecimento da grande perdição americana, um país perdido como uma barcaça à deriva.
Revista LER
O segredo dos romances protagonizados por Frank Bascombe é serem simultaneamente íntimos e épicos, uma combinação engenhosa que Richard Ford conseguiu tecer ao juntar a narração na primeira pessoa, que leva o leitor à mente do protagonista, a uma prodigiosa atenção à América que o rodeia.
Rita Bertrand, revista Sábado
Uma epopeia extraordinária. […] A verdadeira História do século XX.
The Times
Frank Bascombe ganhou um lugar de destaque ao lado de Willy Loman e Harry Angstrom no nosso panorama literário […] com uma sageza e ironia aliadas a uma sabedoria de fim de século tão suas.
The New York Times Book Review
Cada diálogo é mágico, cada pensamento uma surpresa ímpar […] O Dia da Independência confirma um talento que corresponde ao melhor que a literatura americana tem para oferecer.
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